terça-feira, 8 de outubro de 2013

Salão do Livro de Huelva - 2013


VII SALON DEL LIBRO IBEROAMERICANO DE HUELVA

OCIB Otoño Cultural Iberoamericano

Huelva 15, 16, 17 y 18 de Octubre de 2013


MARTES 15 DE OCTUBRE

17:30h. Calle Mora Claros frente a la Fundación Caja Rural del Sur

Actuación del grupo de danza y folclore de Colombia

18:30h. Fundación Caja Rural del Sur  c/ Mora Claros 4-6

Inauguración

19:00h.

Mesa redonda: “El libro electrónico en Andalucía” Juan José Téllez (Director del Centro Andaluz de las Letras) Javier López (Secretario de la Federación Andaluza de Libreros) y Vicente Luis Mora

20:00h.

Cata de libro, jamón y vino: “Las cenizas de abril” novela de Manuel Moya (España)

23:00h. Bar 1900 c/ Garcia Fernández nº 10

Recital poético de Mª Isabel Benet  (México) “Poemas bordados sonoros de México” y John Harold Davila García (Colombia)

 
MIÉRCOLES 16 DE OCTUBRE

10:00h. IES de Huelva

Encuentros con el Autor: Silvana Tobón (Colombia), John Harold Dávila García (Colombia), Margarida Vale de Gato (Portugal) Manuel Moya (España) y Mª Isabel Gómez Benet (México)

12:00h. Biblioteca Pública Provincial Avda. Martín Alonso Pinzón nº 16

Documental: “Mujeres no contadas” (49') de Ana Cristina Monroy Berneche (Colombia)

18:00h. Fundación Caja Rural del Sur  c/ Mora Claros 4-6

Documental “Guatapurí, Río de Agua Fría, la leyenda” (50') de Gabriel Turriago (Colombia) y Silvana Tobón (Colombia)

19:00h.

Mesa redonda “Correntes d´Escritas y la literatura portuguesa actual” con Manuela Ribeiro (Portugal), Afonso Cruz (Portugal) y  Margarida Vale de Gato (Portugal) Modera Manuel Moya (España)

20:00h.

Cata de libro, vino y jamón: “El examen” novela de Marcos Gualda Caballero (España)

23:00h. Bar 1900 c/ Garcia Fernández nº 10

Recital poético de Etnairis Ribera (Puerto Rico) Manuel Moya (España), Silvana Tobón (Colombia) y concierto de John Harold Dávila García (Colombia)

 
JUEVES 17 DE OCTUBRE

10:00h. IES de la Provincia

Encuentros con el Autor: Silvana Tobón, (Colombia) John Harold Dávila García (Colombia), Margarida Vale de Gato (Portugal) Manuel Moya (España) y Mª Isabel Gómez Benet (México)              

12:00h. Biblioteca Pública Provincial Avda. Martín Alonso Pinzón nº 16

Documental: “Este pueblo necesita un muerto” (48')  de Ana Cristina Monroy Berneche (Colombia)

18:00h. Biblioteca Pública Provincial Avda. Martín Alonso Pinzón nº 16

Documental: “Desde diversas orillas” (57')  de Ana Cristina Monroy Berneche (Colombia)

19:00h.

Presentación de la novela “Mi vida con Plotach” de Inma Luna (España)

21:00h Gran Teatro

“Coplas del buen amor” del Arcipreste de Hita

con Marisol Membrillo y Ricardo Luna y la música de Mabel Ruíz y Carlos González

Dirección de Manuel Canseco y Dramaturgia de Antonio Serrano

23:00h. Bar 1900 c/ Garcia Fernández nº 10

Recital poético de Margarida de Vale Gato (Portugal), Alejandro Luque (España), Inma Luna  (España) y concierto presentación del disco “Coordenadas” de Juan Luis Pineda y Alejandro Luque (España)

 
VIERNES 18 DE OCTUBRE

10:00h. Biblioteca Pública Provincial Avda. Martín Alonso Pinzón nº 16

Encuentros con el Autor: Inma Luna (España), Alejandro Luque (España) y Tiago Nené (Portugal)

12:00h. Biblioteca Pública Provincial Avda. Martín Alonso Pinzón nº 16

Documental: “Por si se te olvidó mi letra” (49')  de Ana Cristina Monroy Berneche (Colombia)

18:00h. Fundación Caja Rural del Sur c/ Mora Claros 4-6

Recital de Mª Isabel Benet (México) “Renacimiento en el Súper”

19:00h.

Presentación del libro de relatos “Encontros improváveis”de Fernando Pessanha (Portugal), presentan Tiago Nené y Fernando Esteves Pinto (Portugal)

20:00h.

Cata de libro, vino y jamón: “A(mar)es” poemas de Etnairis Ribera (Puerto Rico)

 
Exposiciones

Sala de exposiciones de la Caja Rural del Sur

Artistas colombianos: Diana Tabares “Metrópolis estructuradas” y Alberto Vélez “Agua y oxígeno para el planeta”

“Los lugares de Pessoa” Casa Museo Fernando Pessoa de Lisboa

 
Participantes:

PORTUGAL                     
 
Afonso Cruz                     
Fernando Pessanha                
Fernando Esteves Pinto       
Tiago Nené                             
Manuela Ribeiro                                           
Margarida Vale de Gato                                                                      
Marcelo Teixeira 
 
COLOMBIA
 
Alberto Vélez
Silvana Tobón 
Diana Eugenia Tabares Gil
Erica Lorena Arroyave Arenas
John Harold Davila Garcia
 
ESPAÑA
 
Alejandro Luque
Marcos Gualda Caballero
Inmaculada Luna
Juan Luis Pineda
Juan José Téllez Rubio
Manuel Moya
Vicente Luis Mora
Javier López
 
MÉXICO
 
Mª Isabel Benet
 
PUERTO RICO
 
Etnairis Rivera
                                                                                

                                                                                                                                                             
Colaboran:

Universidad Internacional de Andalucía

Universidad de Huelva

Consejería de Educación, Cultura y Deporte de la Junta de Andalucía

Ayuntamiento de Punta Umbría

Casa Museo Fernando Pessoa de Lisboa

Denominaciones de origen

 

sábado, 31 de agosto de 2013

Encontros Improváveis

 

Presentacion del Libro “Encontros Improváveis”,

del escritor português Fernando Pessanha, en la Biblioteca Provincial de Huelva

 Se trata de una obra de ficción, escrita por Fernando Pessanha, y la cual ha sido presentada en los últimos meses por escritores portugueses, como José Carlos Barros, para quien el libro tiene un “hilo narrativo delicioso "o Tiago Nené, para quien el libro revela una "reflexión en la que se indaga continuamente la función de ser, la temporalidad y la existencia en el mundo". Según el autor, "Encuentros improbables" se presenta como una obra ", donde aparentemente las distintas historias terminan siendo interconectadas a través de acontecimientos que influyen en la experiencia de los distintos personajes que componen los diferentes planes de acción. En general, la trama se presenta como un "microcosmos" que tiene como fondo la complejidad de las relaciones humanas, sociales y la manera sutil como estas son determinantes en la vida de terceros."

Esta obra, publicada por Ediciones Mandil, cuenta con las ilustraciones del artista farense Artur Filipe. La presentación estará a cargo de Diego Mesa, coordinador del taller" Cátedra José Saramago "y se llevará a cabo el 25 de septiembre a las 20:00 horas, en el Salón de la Biblioteca Provincial de Huelva ".
 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

leituras

 



Dois autores:

 

Fernando Esteves Pinto (FEP), nascido em 1961, natural de Cascais e residente no Algarve (Olhão) há várias décadas, autor sobejamente conhecido e integrado no grupo da nova geração de talentos nacionais (José Luís Peixoto, Walter Hugo Mãe, Gonçalo M. Tavares e José Carlos Barros, etc…) com várias obras publicadas e premiadas na área da poesia, romance e ensaio. Também Editor (revista de literatura Sulscrito e 4aguas).

 

Fernando Pessanha (FP) nascido em 1980, natural de Vila Real de Santo António, músico, compositor e historiador (“A cidade Islâmica de Faro”edições Mandil 2013), membro da CEPHA; sendo “Encontros Improváveis” a sua primeira obra de ficção.

 

Com uns representativos 20 anos de diferença na idade, estão, no entanto, os dois autores, irmanados por“improváveis” afinidades e cumplicidades geradas no quadro da movida cultural do Portugal democrático e Europeu contemporâneo, sobretudo a partir da mudança de paradigma que desde os anos 80 veio anunciar uma sociedade pós-industrial e de informação assente no sector terciário dos serviços e de classe média generalizada. Sociedade mais a fim de estabelecer laços e cumplicidades intergeracionais, culturais, raciais etc… do que os tradicionais blocos classicistas assentes em posturas de cariz ideológico e sectário, actualmente tidos como redutores e castrativos, produtos ultrapassados da lógica modernista das sociedades industrializadas e tecnocráticas anteriores à nova sociedade de informação.

 

Nascidos e criados em famílias oriundas do mundo estratificado do trabalho com poucos ou nenhuns recursos literários (casa sem livros), obrigados a assegurar desde cedo a sua autonomia e subsistência, entram no mundo da criação resgatando o tempo às rotinas da vida profissional, criando nas horas escassas, nos intervalos da labuta. (Património Bukowski de FEP; Os Machados, A Livreira e o Escritorde FP).

 

A pressão de uma situação, a todos os títulos periférica e suburbana, resultante dessa condição socioeconómica e cultural vai-se reflectir no enfoque social da sua produção marcada pelo desencanto, pelo morbos de uma redução existencial gerada numa ausência de futuro ou ideal, condição assaz comum nas recentes gerações das sociedades ocidentais em capitalismo terminal (Saga in FEP e A Livreira e o Escritor in FP). É neste clima que ambos os autores se movem numa estratégia de distanciamento pela ironia e de exploração mórbida das relações sociais marcadas pelo abandono dos sujeitos ao solipsismo narcísico e autista de um ambiente em constante mutação. Impossibilitados de estabelecer afectos estáveis e desejáveis, caem num universo de incomunicabilidade, inclusive consigo próprios (culto do silêncio e do vazio), gerador duma sensação de sortilégio e acaso marcados pelo absurdo e equívoco nos encontros/desencontros sempre improváveis, algo inúteis e desviantes da amalgama urbana da vida acelerada da competição generalizada (Observação do Pensamento,Saga, in FEP; e todo o livro de FP). Traços de carácter que se foram instalando na modernidade, com autores como Kafka, Poe, Pessoa, passando por Joyce, Becket, Sartre, Camus, Vergílio Ferreira, entre muitos outros, onde é patente a progressiva perda dos referentes que durante séculos apoiaram a narrativa literária.

 

Deus, o Homem, a comunidade implodiram sob a pressão do progresso tecnológico isolando o sujeito numa orfandade ôntica, dir-se-ia amnésica, afundando-o num niilismo sem recurso. O expressionismo brutalista e surdo deste modo existencial parece ser a única forma de comunicação pessoal e interpessoal (Saga, Coração da Cidadein FEP; A Psicóloga, O Acidente, in FP). O grito (lembrando o quadro de Munch e o não menos emblemático poema o UIVO de Alan Guinsberg), único esgar audível num universo nocturno povoado de fantasmas/zombies que circulam penosamente saindo e entrando na vida dos afectos como assombrações, num sonâmbulo microcosmos tão vivido quanto sonhado. O romance negro manifesto no goticismo de um Poe trespassa o clima de alguns contos de Pessanha (O Acidente), que surrealizando kafkaniamente (A Psicóloga), ora lançando-nos na teia dos equívocos Camusianos (A Madrasta; Os Machados) ou, na vertigem do sortilégio Sartiano (A Prima) vai-nos envolvendo no clima de uma psicologia existencial, especialidade fenomenológica comum à densa prosa de auto interpretação de Fernando Esteves Pinto, como em (Observação do Pensamento), acentuando a afinidade de ambos os escritores a uma abordagem de teor existencial.

 

É também recorrente a presença nas páginas das duas obras da única e fatal âncora do sujeito em desagregação: O Corpo Erotizado (A Madrasta, A Prima, Os Machados, de FP; Bukowski e Lydia Vance, Saga, Coração da Cidade de FEP). Centro vulcânico da compulsão sexual, o corpo, que exacerba e requisita em desespero salvífico, o eu concreto e coisificado, centro sensitivo, poço escuro da volúpia emocional e presencial do sujeito.

 

Dois autores cuja obra difere no estilo, recursos narrativos, maturidade e formação assinalando uma variação geracional do “estado de consciência” e de sociabilidade face à condição dominante da época, que teima em perdurar nesta espécie fim de tudo que habitamos. Idade terminal pronunciadora de enormes catástrofes, arrasta na sua queda os valores e as ideias, alicerces de qualquer sociedade humanista rumo a uma repelente trans-humanidade. Pesadelo que promove um gélido e idiota ser protésico: o andróide humanizado, o herdeiro da terra e mentor da saga iluminista que oferece a humanidade de barato, em sacrifício ao Deus Progresso, Pai da famigerada Modernidade e da sua colossal impostura.

 

É neste contexto que, penso, devem ser lidos estes dois livros: como núcleos de resistência humanista. Uma resposta de bem-humorada e fina ironia (Terapia dos Livros in FEP; e todos os contos de Encontros Improváveis de FP),dando-nos sinal positivo da subsistência e sobrevivência do sujeito soberano e imprevisível, capaz de alterar a actual condição e desafiar na sua anónima e épica luta as forças devastadoras que incautamente criou. Oxalá o consiga, no entanto, só a arte e a criação é capaz de proteger a individualidade e criar o distanciamento lúcido. Delas depende a compreensão necessária ao sentido de existência do Humano Sentidoque nestes dois livros é superiormente questionado e equacionado à luz de uma profunda e contemporânea visão.


José Bivar
Bela Mandil, 9 de Julho de 2013.

 

 


quarta-feira, 3 de julho de 2013

Leitura

 


«Encontros Improváveis» é o primeiro livro de ficção do historiador Fernando Pessanha. Na obra, e ao longo dos contos que a compõem, o autor vai tecendo enredos inventivos com imagens mais ou menos cristalizadas no tempo e espaço. Nesse âmbito, é notória a preocupação do autor para desconstruir visões unilaterais que costumam funcionar como base de preconceitos na sociedade dos dias de hoje, havendo nestes contos uma ponte entre o que é mundano e espiritual. Amplia-se aqui o processo perceptivo, a dialética enquanto instrumento de leitura capaz de levar o sujeito a compreender a multiplicidade e o lado híbrido das imagens. Ao longo da obra vemos constrangimento, diferentes enquadramentos e, claro está, situações insólitas, improváveis, sempre com muita acção e fôlego acelerado, com uma concessão, do meu ponto de vista benéfica, a um lado mais cinematográfico. Assiste-se também a uma permanente reflexão em que se indaga permanentemente a função do ser, a temporalidade e a existência no mundo. É porém uma reflexão indirecta, no sentido em que é o leitor que reflecte a partir das cenas, muitas delas fortes e com um final surpreendente e de ruptura com as próprias palavras até então. É a literatura enquanto devolução, mas com risco corrigido e calculado, espelho que movimenta o corpo apenas pelo olhar na sua direcção. Os temas são, alguns deles, fortes, mas sempre tratados com elegância, convidando o leitor a sentir a força das cenas, integrando, ele mesmo, os fantasmas e os medos de cada uma das personagens.

Tiago Nené


domingo, 28 de abril de 2013

quarta-feira, 17 de abril de 2013

tão nome de tudo



Colaboram: António Pedro Ribeiro, Dolors Alberola, Fernando Esteves Pinto, Henrique Manuel Bento Fialho, José Bivar, Josefa Virella Trinidad, Luis Ene, Maria João Cantinho, Margarida Vale de Gato, Santiago Aguaded Landero, Sandra Cruz e Tiago Nené.

Prefácio: Maria João Cantinho

Capa e paginação: Inês Ramos

Depoimentos, poemas de Rui Costa, entrevistas e fotografias fazem parte deste nº da revista de literatura Sulscrito.


4águas editora


Dia 23 de Abril, pelas 18h, na Biblioteca de Vila Real de Santo António, a 4águas participará numa tertúlia "O livro: literatura e não só" com a representação dos autores: Adão Contreiras, Fernando Esteves Pinto, Fernando Pessanha, Manuel Madeira, Miguel Godinho, Tiago Nené e Vítor Cardeira.

quinta-feira, 28 de março de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Poetas a sul do Século XXI - Ano 13

 


“O século XXI pode ser (e será) de ruptura a muitos níveis. Talvez os poetas sejam os herdeiros do futuro ainda a ser, porque semeiam num campo muito para além do tempo físico. O Sul, estando abaixo, ou por baixo, é uma raiz que, apesar de todas as vicissitudes, permanece. Poderá acordar e ser (ou nunca ser). Talvez esse sul seja mais universal e vasto, logo, mais profundo, que o frio norte, racionalista e consumista, pai e mãe de todas as crises. Para lá do mar, do céu, do sonho, há todo um novo mundo a que só vagamente aportamos pelo ideal. O resto, economias e finanças, são a ilusão e a cegueira com que disfarçamos a nossa incompetência de viver a liberdade.”

Reinaldo Barros

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Poema de Rui Costa


ACIDENTE I
(helderiana virulenta)    

eu às vezes apetece-me que vocês sejam felizes hoje,
roubando aos bocados. Com gotas de sono a morder alto,
rebentando nas asas.
Às vezes procuro chamar a atenção, isto é, por vezes decido morrer
para sempre. Sem anzóis a cair dos braços movendo o ritmo do ar.
E sem pena, horizontal a tudo. Então costumo ver os amigos encostados
uns aos outros, lavando árvores. Ou entrando pelo sangue, com as mãos
todas a dar olhos.
Lembro-me de vocês quando decido morrer para sempre.
E quando sou eterno, comendo folhas sentado.
Sei que há paredes brancas onde as éguas não entram. Ficamos
às vezes à conversa nos rios infinitos, chorando lentamente
uma felicidade louca. E somos loucos perguntando, chovendo
no coração louco. E nada existe que não seja apavorado e
tremendo.

Mas tu sabes. Eu quero que tu oiças. As nuvens são inteligentes
e é por elas que as nossas mãos recebem. Por tudo quanto não existe,
pondo pedras demoradas junto ao lugar do amor. Tantos mortos,
dizes,
órgãos repartidos por tanta nenhuma coisa. Nada. Tanto.
Eu sou louco e compreendo. Eu tenho o meu orgulho e a minha força.
Canso-me. Uso as minhas mãos. Deixo o coração ser alternado
e comestível. E o vento passa lá fora e eu passo cá dentro e lá fora.
E sigo o rumo das papoilas e digo que amo as coisas raras.
Neste extremo lugar dos homens,
                                                            coroado de tudo.

In As Limitações do Amor são Infinitas - Sombra do Amor - Edições


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

domingo, 6 de maio de 2012

Revista Piolho - 9

Julião Sarmento, Sílvia C. Silva, Rui Zink, Ricardo Álvaro, Miguel Martins, António Pedro Ribeiro, Alexandra Antunes, Teixeira Moita, Raul Simões Pinto, Jorge Humberto Pereira, Miguel Sá Marques, António S. Oliveira, Fernando Esteves Pinto, Mário Augusto. José Emílio-Nelson, Rui Tinoco, Rui Azevedo Ribeiro, A. Dasilva O. , Álvaro de Sousa Holstein, Frederico Taparelli e Fiona Pitt-Kethey fazem mais ou menos por esta desordem este número, o nono, e temático: Piolho PORNO

sábado, 28 de abril de 2012

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Algarve - 12 Poetas a Sul do Século XXI


Biblioteca Municipal Álvaro de Campos,2 de Maio, pelas 18h

Apresentação:Vítor Cardeira

Leitura de poemas por Gisela Ramos Rosa

Esta antologia, intitulada Algarve — Doze Poetas a Sul do Século XXI, contempla doze vozes muito diferentes da poesia actual. O título não poderia ser outro: Doze Poetas a Sul, pois não se trata, como o leitor poderá facilmente constatar, de uma reunião de poetas «do sul». (…) Mais justa e rigorosa se torna a edição de doze poetas que, apesar de não terem todos a mesma região por nascimento — o Algarve — representam, de algum modo, esse lugar de onde são originários alguns dos mais importantes poetas portugueses do século XX. Bastaria, para comprovar o que se disse, indicar os nomes de António Ramos Rosa (Faro, 1924), Gastão Cruz (Faro, 1941) e Nuno Júdice (Mexilhoeira Grande, 1949).

Prefácio de António Carlos Cortez

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Para o Rui Costa

Naturalmente que a amizade constrói em cada um de nós
múltiplos compartimentos que nos protegem da solidão.
Agora, ao sentir uns passos teus no pensamento,
apercebo-me de que o meu edifício sentimental
abre as suas portas, como se este movimento romantizado
revelasse um fragmento incómodo que alguma presença
impusesse por erro.

Intensas portas o encerram sem um único sinal habitável.
Não há solidão mas pedras sobre pedras.
Não há palavras mas outros caminhos
a partir das palavras.
Ele permanece no seu anel
mas é a totalidade que atinge o universo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Piolho


Lista de colaboradores e breve apontamento do ensaio de Henrique Fialho AQUI

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Balanço literário de Hugo Xavier


O Top 10 literário, pelo editor Hugo Xavier. AQUI


Mais um balanço literário: AQUI

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Identidade e Conflito


Lançamento no dia 23 de Setembro, Livraria Buchholz, Lisboa, pelas 18:30. Apresentação por Tiago Nené. Leituras de Gisela Ramos Rosa. Lua de Marfim

sexta-feira, 8 de julho de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

Literatura electrizante


Uma leitura do livro Brutal, por Hugo Xavier.
Sobre as questões do sexo, perguntem às personagens do livro "Sexo entre mentiras". O livro foi "escrito" por elas. Com entusiasmo. Asco? isso é um problema masculino?

quarta-feira, 29 de junho de 2011

António Ramos Rosa no ICS

Filme de Adão Contreiras, no TV Gorjões.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

sábado, 28 de maio de 2011

Leitura


Uma leitura do romance Brutal, por Hugo Xavier
Programa Última Edição - Luís Caetano

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O Tempo que Falta


Apresentação do livro “O tempo que falta”, no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo dia 21 de Maio, pelas 18:00. Obra e autor serão apresentados por Tiago Nené.

domingo, 8 de maio de 2011

António Ramos Rosa


Na Biblioteca Municipal de Olhão, dia 11 de Maio pelas 18h, apresentação do Livro "Prosas Seguidas de Diálogos", por Manuel Madeira.

Projecção do filme "À conversa com António Ramos Rosa", realizado por Adão Contreiras.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Poesia em Ceuta


La Fundación Ceuta Crisol de Culturas 2015 ha organizado para el próximo 6 de mayo el I Encuentro Poético Internacional «Crisol de Culturas», que reunirá en la ciudad a algunos de los mejores poetas contemporáneos de España, Portugal y Marruecos. En total doce escritores, siete españoles, tres portugueses y dos marroquíes, que pondrán en común sus visiones en un acto que se celebrará a partir de las 20.00 horas en el Salón de Actos del Palacio de la Asamblea.

La poesía de los tres países se dará la mano en este evento con el que la Fundación pretende acercar la cultura de España, Portugal y Marruecos. En el encuentro participarán los españoles Jesús Hilario Tundidor, Juana Castro Muñoz, Dolors Alberola, Domingo F. Faílde, Nuria Martínez Vernís, Carlos Guerrero y María Jesús Fuentes, los portugueses Fernando Esteves Pinto, Tiago Nené y Maria Do Sameiro Barroso y los marroquíes Khalid Raissouni y Mezouar El Idrissi, que leerán algunos de sus poemas.

La velada estará amenizada, además, por el pianista Ángel Hortas y la soprano Inmaculada Almeda. Ángel Hortas (Jerez de la Frontera, Cádiz, 1967) es profesor numerario y jefe de estudios del Conservatorio Joaquín Turina de Sanlúcar de Barrameda. Por su parte, Inmaculada Almeda (Puente Genil, Córdoba), licenciada en Canto con matrícula de honor y Premio Fin de Carrera del Conservatorio Superior de Córdoba, se ha movido en diferentes registros, desde óperas de Verdi o Mozart, a libretos de Rossini, pasando por la zarzuela. Jesús Hilario Tundidor (Zamora, 1935) consiguió en 1962 el premio Adonais por Junto a mi silencio. Después de este trabajo le siguieron otros.Dolors Alberola (Sueca, Valencia, 1952), cuenta con un buen número de obras premiadas, entre las que destacan Cementerio de Nadas (Carmen Conde, 1998), Historias de snack bar (2000). Ha sido traducida a varios idiomas entre ellos al francés, italiano, ruso y serbio.
Juana Castro Muñoz (Villanueva de Córdoba, 1945) es poeta, articulista y crítica literaria. Este año acaba de recibir el Premio de la Crítica de poesía por sus Cartas de enero. Medalla de Oro de Andalucía en 2007, también ha obtenido los premios Carmen de Burgos y Meridiana.
Nuria Martínez Vernís (Barcelona, 1976) obtuvo los premios Amadeu Oller y el Memorial Anna Dodas con su primer libro de poemas, El acróbata tampoco saldrá ileso (2000).Carlos Guerrero (Zamora, 1943) ha obtenido diversas distinciones como el Premio Martín Carpena de relatos (2001).
Domingo F. Faílde (Linares, Jaén, 1948), ha obtenido, entre otros, los premios Juan Alcaide (1987), Ciudad de Algeciras (1991), Miguel Hernández (1993), Antonio González de Lama (1994), Cálamo (2003) y Arenal de Sevilla (2004).María Jesús Fuentes, malagueña de nacimiento y profesora del IES Siete Colinas, obtuvo el premio Ciudad de Coria de relatos con El maleficio de los Bogavante.Fernando Esteves Pinto (Cascais, 1961) Prémio de revelação de poesia Inasset - Centro Nacional de Cultura.
Tiago Miguel Serrano Pereira Nené, más conocido como Tiago Nené (Tavira, 1982), debutó en el mundo de la poesía en 2007 con el aplaudido Versos Nus.
Maria do Sameiro Barroso (Braga, 1951), licenciada en Filología Alemana y en Medicina y Cirugía, ha ganado el Premio Palabra Ibérica.
Khalid Raissouni (Casablanca, 1965), poeta, traductor y colaborador habitual de prestigiosas publicaciones del mundo cultural árabe como Al Quds o Nizwa. Mezouar El Idrissi (Tetuán, 1963) es poeta, crítico y traductor. Doctor en Literatura Árabe, miembro de la Unión de los Escritores de Marruecos.

terça-feira, 12 de abril de 2011

segunda-feira, 11 de abril de 2011

António Ramos Rosa (Rostos da Escrita)

BIBLIOTECA DA UNIVERSIDADE DO ALGARVE (GAMBELAS)

Informações AQUI

sábado, 9 de abril de 2011

Brutal



Brutal é um romance onde se representam todos os traumas da infância, da adolescência e da idade adulta resultantes da decadência humana: violência doméstica, abuso sexual e disfunção emocional. Brutal tem como base narrativa dois personagens que são um só – um jovem e um velho, duas idades da mesma pessoa, ambos fascinados pelo teatro – que, no cenário das suas próprias vidas, dramatizam impiedosamente os momentos que fundamentam e marcam as suas existências. Nesse palco do romance são postos em causa e analisados, até à humilhação de se sentirem culpados um do outro, na relação perversa que ambos sentem pela natureza humana. É um duelo entre a maldade e o remorso, onde o amor e a escrita são meros figurantes.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Os Nossos Dias



Apresentação do livro de poemas "Os Nossos Dias", de Miguel Godinho
por Tiago Nené.

Dia 18 na Biblioteca Municipal de Olhão, pelas 18h

terça-feira, 15 de março de 2011

quinta-feira, 3 de março de 2011