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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2010



Fernando Cabrita vence Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica 2010 com o original "Ode à Liberdade e Outros Poemas".

O prémio resulta de uma colaboração entre a Câmara Municipal de Vila Real de Santo António e o Sulscrito – Círculo Literário do Algarve, em parceira com a Câmara de Punta Umbría (Espanha).
O valor do prémio é de 2500 euros e a obra vencedora é publicada na colecção Palavra Ibérica, em edição bilingue.

Um júri constituído por José Carlos Vilhena Mesquita (em representação da Associação
dos Jornalistas e Escritores do Algarve), João Carlos Firmino Andrade Carvalho (em representação da Universidade do Algarve) e Rogério Silva (em representação da editora Gente Singular), atribuiu o Prémio ao original «Ode à Liberdade e Outros Poemas», de Fernando Cabrita, de entre um total de 89 obras a concurso.

Além de Fernando Cabrita, o júri decidiu atribuir duas menções honrosas aos originais "Um Coração Simples", de Daniel Gonçalves, e "Sonetos de Pasmo, Esperança e Solidão", de Joaquim da Conceição Barão Rato.

Fernando Cabrita nasceu em Olhão em 1954. A sua primeira obra “Os Amantes em Silêncio”, foi editada em 1980. “O Livro da Casa”, publicado em 2008 pela editora Gente Singular,da qual é um dos editores, valeu-lhe o Prémio Nacional de Poesia Mário Viegas. Entre os outros prémios que recebeu ao longo da sua carreira estão o Prémio Sílex (1980), Prémio Cidade de Olhão (1987) e Prémio Nacional de Poesia João de Deus (1997). Colaborou também com diversos jornais e revistas.

Na edição anterior do Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica, o vencedor tinha sido Maria do Sameiro Barroso, com “Uma Ânfora no Horizonte”, enquanto que em 2008 o vencedor foi Amadeu Baptista, com o livro “Sobre as Imagens”.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Prémio Internacional de Poesia Palavra Ibérica - 2010 (Espanha)





Aída Monteón

Originaria de Guadalajara, México, Aída Monteón cursó la Licenciatura en Homeopatía, la que actualmente ejerce como parte de su proyecto de vida.

La música y las letras son el tejido-eco de una dicotomía inabarcable donde no existe un rostro sino una visión múltiple de las cosas que la hacen convertir los instantes de intensidad emotiva en su gran pasión: la poesía, la cual, parafraseando a Vallejo y en palabras de la propia Aída, lleva “empozada en el alma” como un deseo de transformar su ser, purificarlo a fuerza de palabras.

Ha participado en diversos encuentros literarios y publicado en revistas nacionales e internacionales. Textos suyos han sido incluidos en las antologías Poesía viva de Jalisco, Secretaría de Cultura de Jalisco, 2004, Amatoria, El cuento amoroso en Jalisco. Secretaría de Cultura de Jalisco. 2005. Ha hecho trabajo de dramaturgia con la obra Una muerte al vacío, 2008 y de traducción en la antología poética Anne Michaels (edición bilingüe) Universidad de Guadalajara, 2004.

Ha publicado Juegos Tridimensionales. Su primera publicación de cuentos. Obra becada por el Consejo Estatal para la Cultura y las Artes de Jalisco. Grafisma 2009.

De gotas y sortilegios. Antología de poesía erótica femenina. Editado como libro arte-objeto. Participación y dirección de Aída Monteón. Coedición La NaHual-Á y el Aguaje, 2009.

Coordinó el Primer Foro de Traducción Literaria organizado por la OMT (Organización Mexicana de Traductores) bajo el marco de la FIL 2004.

Participó en el XVI Encuentro Internacional de Editores Alternativos EDITA 2009 en Punta Umbría, Huelva, España

Becaria del Consejo Estatal para la Cultura y las Artes de Jalisco 2008-2009.

Galardonada con el III Premio de Poesía Palabra Ibérica, Punta Umbría, 2010.